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Motor

Teste: Toyota SW4
Autor: Ricardo Bassani


Apesar de ser um carro luxuoso e custar mais de R$80 mil, a Toyota SW4 provou, em Parati (RJ), ter garra para encarar a terra com a mesma tranqüilidade que no asfalto. »»»

No distinto mundo dos utilitários esportivos cabem porte, praticidade, potência, beleza e preço. Rápidos nas estradas, seguros nas cidades grandes, confortáveis para seus passageiros e tratores na terra, a pouca diferença externa entre os modelos pode se revelar gigante ao se experimentar as efetivas qualidades mecânicas do carro.

Certa disso, a Toyota do Japão aperfeiçoou seu SW4, sempre sobre a base mecânica de seus utilitários mais vendidos (as picapes Hilux montadas na Argentina), um patrimônio de confiabilidade e durabilidade comprovado por mais de 10 milhões de compradores no mundo.

O SW4 acompanha o Reebok Ecomotion

O Aventure-se realizou a cobertura online da corrida de aventura Reebok Swatch Ecomotion Circuit, na região de Parati (RJ), com o apoio de uma Toyota SW4 3.0 Turbo Diesel, modelo 2001

Entre os dias 20 e 21 de janeiro, o utilitário esportivo da Toyota, importado do Japão, foi avaliado enquanto acompanhava 38 equipes que disputaram a prova por mais de 100 quilômetros alternando modalidades como mountain bike, trekking, natação com prancha, trekking e costeira (caminhada por encostas litorâneas) sem pausa na cronometragem.

Entre os difíceis caminhos em meio a matas tropicais, rios e trilhas no litoral da cidade histórica de Parati, o Toyota SW4 mostrou como cumpre suas propostas como veículo utilitário esportivo.

Com poucas mudanças externas, as novidades do modelo 2001 ficam por conta dos aprimoramentos técnicos, como o controle eletrônico de alimentação (EFI) e o acelerador eletrônico (sistema "fly by wire" da F1), que elimina a ligação mecânica entre o pedal e a bomba injetora, caso deste modelo turbo diesel.

Mais bonito por dentro e por fora

Por fora as novidades são as molduras dos pára-lamas, na mesma cor do veículo, agora mais largas, as novas rodas, estribos, grade dianteira e lanternas traseiras (lentes tipo cristal). No interior do carro o ar-condicionado passou a ser automático e digital, cada pára-sol ganhou iluminação individual para o usuário e o tecido de forração dos bancos e laterais das portas ficou mais sofisticado.

Há ainda direção hidráulica, luzes de leitura dianteiras, trio elétrico, roda livre automática, rádio AM/FM CD player com 4 auto falantes e antena elétrica, relógio digital e surpresas como o exclusivo acionamento elétrico do vidro traseiro da quinta porta, ideal para guardar as compras em um estacionamento apertado.

Quem já viajou em dias bem quentes desejando dispensar o ar-condicionado sabe das vantagens de permitir uma ligeira abertura nessa janela traseira e forçar a circulação de ar frio. Além de transportar aquele grande cachorro de estimação ou administrar as crianças e seus "acessórios" mesmo em viagens curtas.

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